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Desativação de uma fábrica ou empresa: O que fazer para aumentar o resultado financeiro

9 de maio de 2022
Marketing Sato Leilões

Apesar do momento econômico de incertezas, principalmente com uma pandemia em curso, há ainda oportunidades que podem surgir de onde menos se espera e expansões que antes, talvez, não fossem possíveis, fatores que podem contribuir para a desativação de uma fábrica.

Independente dos motivos, a desativação de uma fábrica será um procedimento múltiplo que irá abranger avaliações de inúmeros pontos. Existe a possibilidade de venda ou doação do equipamento, que pode envolver reestruturação de um setor dentro da empresa, necessitando de uma logística extremamente planejada, para transporte e desmontagem desse material que podem não ser fáceis.

A vida útil dos ativos da gestão, manutenção e possível encerramento são importantes para se ter um controle de entrada e saída e qual o retorno operado que se tem, em caso for se desfazer de algo, se existe a possibilidade de ter valor em mercado ainda.

É neste ponto que surgem uma das principais formas de ter um resultado financeiro, com os leilões, que tem sido uma opção para maximizar a venda desses ativos.

Como aumentar a lucratividade

No Brasil, há uma regulamentação sobre o tema, a lei 11.638/07, que estabelece que  o valor do ativo deve ter avaliação segundo o preço de mercado, prática comum para que empresas contratem consultorias para fazerem esse levantamento, pois peças, máquinas, instrumentos e diversos outros equipamentos já estão a ser utilizados.

Etapas de desativação

Após esse primeiro processo de levantamento e identificação dos ativos o próximo passo para a desativação consiste em 4 etapas, a primeira sendo a desmobilização, esta etapa é comum em diversos planejamentos empresariais pois é onde acontece o planejamento, e o projeto da desativação do setor ou do empreendimento como um todo e a execução desse, consistindo principalmente na remoção dos materiais de produção ou de troca.

Segundo passo será o procedimento conhecido como baixa contábil, muitas empresas que não contam com equipe de RH ou mesmo Jurídica, acabam por terceirizar esse serviço por ser moroso e complexo, envolvendo muitas vezes desligamento de funcionários quando a empresa está por encerrar, e continuando até a baixa do CNPJ da entidade tornando-a inativa.

Terceiro passo, após realizada da primeira etapa, a destinação do maquinário, espólio da fábrica pode ser doado, vendido, junto do planejamento da primeira etapa de desmobilização pode ser traçado um plano de ação em para a destinação do maquinário, pois inclusive a logística de transporte do mesmo pode não ser fácil, licenças de sistemas podem ter de trocar os registros, leiloeiras que atuam nesse setor podem facilitar nessa parte do processo.

Sucatas

Para as sucatas é interessante procurar também por leiloeiros que trabalham com esse tipo de material pois podem ter valor e acaba por ser uma renda para esses profissionais e menos lixo descartado no planeta.

O último passo quando é necessário se desfazer do seu espaço físico, o que existe diversas opções no mercado uma que tem se mostrado prática pois pode estar integrada junto a venda dos outros ativos é o leilão pois o proprietário pode firmar um grande contrato para facilitar todos o processo descrito.

Dessa forma, procurar por leiloeiros oficiais pode ser uma grande oportunidade ao desativar uma fábrica ou uma empresa, isso porque, todos os ativos podem ser leiloados e assim ter um lucro com o fechamento da organização.